Entrevista General Mourao<br>Bolsonaro e o General Hamilton Mourão. Rafael Hupsel Folhapress<br><br>“Se querem usar a violência, os profissionais da violência somos nós”. A frase é do general Hamilton Mourão, candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL).<br><br>"Sempre vale lembrar ao menos um episódio entre as tantas mortes e torturas ordenadas ou executadas pelo “herói” de Bolsonaro e de Mourão. O torturador Ustra levou os filhos de Amélia Teles, presa nos porões do regime, para que vissem a mãe torturada."<br><br>... durante entrevista à Globo News, o vice de Bolsonaro afirmou que, em caso hipotético de “anarquia”, pode haver um “autogolpe” do presidente, com o apoio das Forças Armadas.<br><br>"Mourão usou um “nós”— e usou “profissionais da violência”. Ao ser perguntado quem era o “nós”, o general disse que se referia “aos militares e ao uso da força pelo Estado”."<br><br>"Poderia ter escolhido profissional da segurança ou da proteção".
Nota: The Sakyong apologized a few days before the report was formally released, admitting to “relationships” with women in the community, some of whom “shared experiences of feeling harmed as a result.” Followers and Shambhala groups around the world demanded more action. (nesse caso teve o pedido de desculpa mas não se admitiu o abuso e a comunidade pede mais).
"Departamentos de recursos humanos estão lidando com volumes cada vez maiores de informações para avaliar funcionários de uma forma mais meticulosa". Com esses dados é possível fazer previsões de quanto tempo o funcionário ficará no cargo ou na empresa, influenciando decisões de contratações e demissões isso só para citar um exemplo. Essa 'pontuação profissional' está mudando as relações de empregabilidade e muitos dos aspectos qualitativos do trabalho estão sendo descartados pois não são dimensionáveis.
O LabHacker está com o projeto cuida-me que cria um sistema para juntar cuidadores e candidates, também provoca as candidates a assinar um manifesto comprometendo a se cuidar e estimular sua equipe a se cuidar, assim como tornar público seus momento de cuidado durante a campanha. O projeto quer ampliar o entendimento entre políticas/os da importância que o cuidado tem nesse ambiente e por saber que ao cuidar de si, e olhar para seu interior candidates tem a possibilidade de despertar valores humanos, ajudando nas decisões enquanto servidora pública, se assim for eleita/o.
Rede visava ganhos financeiros e foi tirada do ar pelo Facebook usando grupos, perfis e páginas para comprar e vender reações, seguidores e fan pages na rede socias, a rede identificada como PCSD foi tirada do ar por violar as políticas de autenticidade e combate ao spam do serviço. A ação aconteceu uma semana após o FB tirar 196 páginas e 87 contas brasileiras acusadas de espalhar notícias falsas.